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Pesquisa de Emprego e Desemprego - Quarta-feira, 25 de Março de 2015

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Comércio reage e taxa de desemprego cai pelo segundo mês consecutivo no ABC

Comércio reage e taxa de desemprego cai pelo segundo mês consecutivo no ABC


Comércio reage e taxa de desemprego cai pelo segundo mês consecutivo no ABC

Em fevereiro, o setor de Comércio e Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas compensou as reduções nos níveis de ocupação da Indústria de Transformação e dos Serviços, com criação de 9 mil postos de trabalho no segmento. Com isso, a taxa de desemprego total no ABC apresentou queda pelo segundo mês consecutivo, passando de 10,4% em janeiro, para 10,0% em fevereiro. A redução acontece em um período em que normalmente a tendência é de crescimento do desemprego. Mas os motivos são preocupantes: caiu de forma mais intensa a parcela da população que está à procura de emprego. As informações foram divulgadas hoje (25) durante apresentação da Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED ABC), realizada pela Fundação Seade e pelo Dieese, em parceria com o Consórcio Intermunicipal Grande ABC.

O contingente de desempregados foi estimado em 138 mil pessoas, 7 mil a menos do que no mês anterior. O resultado deveu-se, no entanto, à redução da População Economicamente Ativa – PEA (15 mil pessoas saíram da força de trabalho da região, ou -1,1%) em intensidade superior à do nível de ocupação (eliminação de 8 mil postos de trabalho, ou -0,6%).

Em movimento contrário, a taxa de desemprego total elevou-se, entre janeiro e fevereiro de 2015, na RMSP (de 9,8% para 10,5%), no município de São Paulo (de 9,5% para 10,4%) e, em menor proporção, nos demais municípios da RMSP, exceto a capital (de 10,3% para 10,6%).

Na Região do ABC, o contingente de ocupados reduzido em 0,6%, passou a ser estimado em 1.239 mil pessoas. Para o coordenador da PED e técnico da Fundação Seade, Alexandre Loloian, a redução de ocupados está ligada à crescente tendência de postergação da entrada dos jovens no mercado de trabalho demonstrada na pesquisa. ‘’Como a renda ainda está em um patamar que dá tranquilidade às famílias, os jovens de 16 a 24 anos estão se dedicando mais aos estudos,  se capacitando para entrar no mercado com mais qualidade, o que contribui para a redução da taxa de participação’’, destacou.

Setorialmente o grande vilão foi a Indústria. O resultado decorreu de reduções na Indústria de Transformação (-6,5%, ou eliminação de 19 mil postos de trabalho) – com destaque para o segmento metal-mecânica (-9,3%, ou -14 mil) – e, em menor intensidade, nos Serviços (-0,6%, ou -4 mil), parcialmente compensadas pelo crescimento no Comércio e Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas (4,5%, ou geração dos 9 mil postos de trabalho já citados). Loloian acredita que o Comércio está esboçando uma recuperação. ‘’Em 2014, o Comércio desapontou ao não seguir as tendências de alta, típicas para o fim do ano. Neste início de ano, pelo contrário, está pesando contra o desemprego observado em outros setores’’, explicou.

Segundo posição na ocupação, o número de assalariados diminuiu 0,6%. No setor privado, reduziram-se os contingentes de empregados com e sem carteira de trabalho assinada (-0,8% e -2,1%, respectivamente). No mês em análise, o contingente de autônomos decresceu 0,6%.

Em fevereiro, manteve-se estável a média de horas semanais trabalhadas entre os ocupados (41 horas) e assalariados (42 horas). A proporção dos que trabalharam mais de 44 horas semanais permaneceu em relativa estabilidade entre os ocupados (de 29,7% para 29,5%) e diminuiu entre os assalariados (de 27,4% para 25,9%).

Entre dezembro de 2014 e janeiro de 2015, manteve-se relativamente estável o rendimento médio real dos ocupados (0,2%) e reduziu-se o dos assalariados (-1,0%), que passaram a equivaler a R$ 2.183 e R$ 2.228, respectivamente. Retraíram-se as massas de rendimentos de ocupados (-1,2%) e assalariados (-4,2%), no primeiro caso, devido ao decréscimo do nível de ocupação, uma vez que permaneceu em relativa estabilidade o rendimento médio e, no caso dos assalariados, em função da redução do nível de emprego e do salário médio real.

COMPORTAMENTO EM 12 MESES

Em fevereiro de 2015, a taxa de desemprego total na Região do ABC (10,0%) ficou abaixo da observada no mesmo mês de 2014 (10,3%).Em termos absolutos, o contingente de desempregados diminuiu em 6 mil pessoas, resultado da redução da População Economicamente Ativa – PEA (24 mil pessoas deixaram de fazer parte da força de trabalho da região, ou -1,7%), em maior intensidade do que a eliminação de postos de trabalho da região (menos 18 mil, ou -1,4%).

Entre fevereiro de 2014 e de 2015, o nível de ocupação diminuiu pelo sexto mês consecutivo, mas de forma menos intensa (-1,4%) do que no mês anterior, nessa base de comparação. ‘’No fim do ano, período em que a Indústria costuma ter alívio, foi constatada uma queda inesperada que acaba por refletir nos meses iniciais de 2015’’, disse Loloian sobre a redução de 17,5% (eliminação de 58 mil vagas) nos postos de trabalho na Indústria de Transformação, puxada com maior intensidade na reta final de 2014 – com destaque para o segmento metal-mecânica (-21,4%, ou -37 mil). O Comércio e Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas teve queda de 4,6% (-10 mil).

Embora o setor de Serviços tenha oferecido resistência à diminuição do nível de ocupados, com a geração de 51 mil postos de trabalho ou aumento de 8,1%, não foi suficiente para compensar as eliminações dos demais setores. Loloian lembrou, ainda, que o nível de ocupação de Serviços foi o que mais cresceu nos últimos quatro anos. ‘’Temos dados que apontam que 54,7% dos empregos no ABC estão no setor de Serviços. Este é um setor que nos últimos anos tem absorvido grande parte da mão de obra, diferente da Indústria, Comércio e Construção que têm apresentado níveis abaixo do registrado em 2011’’, disse Loloian. Para o técnico da Fundação Seade “os serviços estão assumindo papel de relevância nos empregos dos moradores do ABC”.

Por outro lado, o assalariamento diminuiu 1,6% nos últimos 12 meses. No setor privado, retraiu-se o contingente de assalariados sem carteira de trabalho assinada (-11,3%) e manteve-se relativamente estável o com carteira (-0,1%). No período em análise, o conjunto de autônomos reduziu-se em 4,9%.

Entre janeiro de 2014 e de 2015, contraiu-se o rendimento médio real dos ocupados (-5,3%) e permaneceu em relativa estabilidade o dos assalariados (0,1%). Diminuíram as massas de rendimentos reais dos ocupados (-8,0%) e dos assalariados (-3,2%), no primeiro caso, em função da redução dos rendimentos médios reais e do nível de ocupação e, no caso dos assalariados, devido à redução do nível de emprego.

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